Política
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O secretário de Comunicação Social da Prefeitura de Blumenau, André Espezim, confirmou a pré-candidatura a deputado estadual. Ele deve disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) pelo Podemos.

André conta que a decisão de anunciar a pré-candidatura se deu após conversas com as autoridades do partido e também com o prefeito de Blumenau Mário Hildebrandt. “Decidi que seria uma boa oportunidade para trabalhar ainda mais pelo grande Vale do Itajaí. Se o que as cidades precisam é de um representante na Alesc para somar força a todas as pautas do Vale, aceito o desafio”, justifica Espezim.

À frente da Secretaria de Comunicação Social, o pré-candidato teve a oportunidade de conversar com o público. Nos últimos meses, ele se manifestou a favor da federalização da Furb, do movimento municipalista, do microempreendedor e da causa animal. Já demonstrou insatisfação pelo corte de recursos, por parte do governo federal, para obras nas BRs catarinenenses, principalmente na BR 470.

Esta é a segunda vez que André exerce a função de secretário municipal de comunicação social da Prefeitura de Blumenau. Antes disto, ele já foi presidente do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) da cidade e secretário adjunto de Infraestrutura do Estado. É contador e bacharel em Direito.

Questionado sobre principais planos para a gestão caso seja eleito, ele fala sobre a importância de dar espaço aos municípios na Assembleia Legislativa e lutar para que as cidades fiquem com mais recursos. “Atuar como instrumento dos municípios de SC, no sentido de trabalhar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e contribuir para que os recursos fiquem nos municípios, para que as regiões sejam tratadas de forma diferenciada. Os municípios precisam ter voz na Assembleia Legislativa e nós não temos dúvidas de que se o município vai bem, o Estado vai bem”, destaca.

Ele destaca ainda que os desafios de seu mandato, caso a candidatura seja concretizada e venha a ser eleito, será desburocratizar a máquina pública para que o dinheiro chegue na população. “Desburocratizar todo esse processo que os municípios têm para acessar recursos e serviços”, finaliza.