Cidade
Foto: Divulgação

Reportagem: Helena Marquardt/DAV

A Associação Protetora dos Animais Desamparados (Apad) está buscando por padrinhos para a instalação de casinhas que possam abrigar cães de rua em Rio do Sul, especialmente no inverno quando eles sofrem com as baixas temperaturas.  A intenção é distribuir abrigos por diversos bairros.

A voluntária Ana Paula Gomez conta que o projeto “Casinha Cãomunitária” surgiu através da sugestão de uma pessoa da própria comunidade, que sempre auxilia a Apad de diversas formas. “Conversamos sobre a preocupação com os animais que vivem na rua nesse frio que está fazendo nos últimos dias pela cidade e ela se prontificou a ajudar com a compra da primeira casinha. Fomos em busca de um dos comércios do centro da cidade que sempre auxilia a Apad para que cedesse o espaço em frente do estabelecimento e, instalamos a nossa primeira casinha” relata.

Agora a ONG busca padrinhos e parceiros para que mais casinhas sejam instaladas em locais onde vivem mais cães de rua na cidade. “Com a divulgação através das redes sociais, já vieram algumas pessoas interessadas em contribuir financeiramente com o projeto ou ceder o espaço em frente aos seus estabelecimentos comerciais e pretendemos dessa forma, instalar mais casinhas pela cidade. Já estamos trabalhando para que o projeto continue e se espalhe”, completou.

A intenção da ONG é abranger a maior quantidade de regiões que possuem animais de rua  e por isso a Apad pede  a contribuição da comunidade tanto na compra das casinhas, que custam cerca de R$ 200,  quanto na cessão dos espaços para instalação. “Contamos com a ajuda de toda a população de Rio do Sul para a execução desse trabalho. Quem puder e quiser, também poderá auxiliar com água e ração nas instalações. Sabemos que todos os animais merecem um lar de verdade, mas se não conseguimos abrigar todos, podemos fazer a nossa parte oferecendo o mínimo, que é conforto, alimento e água”.

Ana Paula fez um apelo para que todos respeitem o projeto, mesmo que sejam contrários a instalação das casinhas. “Independente de sensibilizar ou não pela causa, ele envolve vidas e o trabalho de pessoas muito dedicadas que pensaram e se esforçaram com muito carinho para tudo acontecer então pedimos que as pessoas não danifiquem e nem levem embora os itens como a casinha e potes”, finaliza.