Política
Foto: DNIT/ Divulgação

Nos últimos dias o Governo Federal anunciou um corte de mais de R$43 milhões no orçamento para a manutenção de rodovias federais de Santa Catarina. Descontentes com a medida, alguns políticos criticaram a postura através de suas redes sociais.

Novamente, a deputada estadual Paulinha falou sobre a falta de respeito e de consideração do Governo Federal com o estado de Santa Catarina. Para ela, enquanto a União promove cortes no seu orçamento para ações que seriam fundamentais para o povo catarinense, o Governo do Estado vem fazendo a sua parte investindo com recursos próprios de R$ 470 milhões para manter essas obras.

Ela ainda criticou a postura do presidente Jair Bolsonaro, tendo em vista a porcentagem de votos nas eleições de 2018. “Bolsonaro obteve em Santa Catarina 66% dos votos válidos no primeiro turno das eleições de 2018 e 76% no segundo turno.”, disse. “Santa Catarina merece respeito”, concluiu Paulinha.

O senador Dário Berger também se manifestou sobre o assunto e disse que “SC exige respeito”.

“A falta de respeito do governo federal com Santa Catarina, reiteradamente, é inadmissível.

Uma injustiça com o estado que representa a 6ª economia do país. Ano passado já houve cortes significativos de recursos para Infraestrutura. Lutamos para recompor. Começa 2022 e mais uma vez são vetados R$ 43 milhões do Orçamento da União para as obras nas rodovias catarinenses. Isso representa quase a metade do veto total do Ministério da Infraestrutura para o Brasil inteiro”, afirmou.

Ele ainda completou a publicação dizendo que como parlamentar não falta empenho ou cobrança para reverter a situação, mas que a falta de respeito não é de hoje.

“Já estamos atuando para mais uma vez reverter essa situação. O que falta é respeito com o povo catarinense, e não é de hoje. Não se trata meramente de ser contra ou a favor do governo. Esquerda ou direita. O fato é que precisamos erguer nossa voz, cobrar o que é nosso direito, unidos, esquecendo ideologias políticas, ou seguiremos no fim da fila das prioridades de Brasília”, finalizou.