Cidade
Divulgação

 

A banda Liss prepara uma série de novidades para 2020, em conjunto com os shows de comemoração aos 15 anos da banda. O projeto de circulação, contemplado pelo Prêmio Nodgi Pellizzetti de Incentivo à Cultura, prevê shows em três cidades. O primeiro acontece no dia 9 de fevereiro, em Blumenau, na 59ª Feirinha da Servidão, na Praça Victor Konder. O quarteto ainda se apresenta em Florianópolis no dia 27 de março e em Rio do Sul no mês de abril.

 

A apresentação em Rio do Sul será realizada na Fundação Cultural no mês de aniversário da cidade, terá um bate-papo com o público sobre a trajetória da grupo, com projeção de imagens e vídeos contando a história da Liss, as influências dos integrantes, processos de composição, produção independente, as turnês e muito mais. Na ocasião, também serão distribuídos 33 exemplares do álbum “33” para o público participante do evento. O grupo, que é composto por Guiulle Aquino (voz e guitarra), Rodrigo Fronza (guitarra e vocais), Henrique Marquez (baixo) e Juninho Alvisi (bateria), deve lançar neste ano dois videoclipes e gravação de pelo menos um single.

 

O baixista Henrique Marquez é saudoso ao falar sobre a trajetória da banda, mas também aponta para frente. Além de produzir material novo, a Liss espera retomar a turnê “Tributo a nós mesmos”, ao lado das conterrâneas Apicultores Clandestinos, Costeletas e Homem Lixo, que gravaram um LP em conjunto em 2016. Marquez escolheu três momentos marcantes para resumir a história do grupo: a participação no Claro Q É Rock, os dois prêmios no Válvula Rock (melhor banda independente de Santa Catarina e melhor EP, em 2010 e 2011) e o lançamento do primeiro disco, em 2017.

“Ficamos em segundo lugar no Claro Q É Rock, tivemos o voto do Gastão Moreira, que era um dos jurados, o Fronza (guitarrista) foi bem elogiado e tivemos uma repercussão bem grande. Também colhemos os frutos do nosso trabalho com o Prêmio Válvula Rock, de Itajaí. E conseguimos lançar o nosso álbum, que também foi um momento marcante. Estamos vivendo uma fase mais sossegada, mas temos um clipe que nunca lançamos de forma oficial, feito há dez anos, que vai sair esse ano, com outro vídeo ao vivo, até março. E no fim do ano vamos começar a gravar novas músicas e lançar mais um clipe”, projeta o baixista.

 

Produção

 

A Liss, de Rio do Sul, viveu as delícias e os apuros de ser uma banda independente. Com poucos meses de formação foi escolhida para abrir o show do Placebo (ING), um dos maiores nomes do rock dos anos 90, em Florianópolis, teve alguns momentos de instabilidade, com troca de integrantes e pausa nas atividades, e, o mais importante, produziu muito, são quatro EPs e um disco, “33”, lançado em 2017.