Alto Vale
Foto: Divulgação

Nesta semana o Rio Itajaí do Sul recebeu a primeira barreira ecológica em Ituporanga. A ação faz parte do Projeto de Conscientização Ambiental, realizado pela Administração Municipal por meio dos Departamentos de Cultura e Meio Ambiente e Secretaria de Educação. A barreira foi instalada em um ponto estratégico e deve servir para reter os resíduos depositados irregularmente no rio e conscientizar a população sobre a importância de preservar o meio ambiente.

A barreira possui 70 metros de comprimento e foi fixada entre uma lateral e outra do rio, no trecho que fica atrás da Casa da Cultura. De acordo com o superintendente da Fundação Fexponace Edésio Bilck, o local será monitorado para que sejam feitas limpezas constantes. “A barreira tem o intuito de reter o lixo que está no rio, vamos ficar monitorando. Esperamos que demore para que a gente tenha que fazer a retirada de lixo, mas nossa expectativa é que tenhamos que fazer isso uma ou duas vezes por mês”, explicou.

O Projeto de Conscientização Ambiental teve início em 2019, na gestão interina do prefeito Gervásio Maciel e teve a continuidade interrompida na época por conta da troca na administração. Já na época, com a disposição e empenho das escolas das redes municipal, estadual e particular, os alunos confeccionarem a barreira com garrafa pet com o apoio da empresa Itutec que forneceu as sacarias.

Para o prefeito Gervásio Maciel a ação é importante e serve de exemplo para outras cidades. “Se cada município fizer a instalação de barreiras semelhantes e cuidar dos trechos que cortam esses municípios, e também usar isso para conscientizar a população, poderíamos juntos, reduzir a quantidade de lixo que hoje se encontra no rio”, explicou.

Outros pontos também devem receber a barreira

Essa foi a primeira barreira ecológica que foi instalada, e a ideia da Administração é que o projeto seja ampliado. “Em breve, com o apoio da população queremos que novas barreiras sejam confeccionadas e nossa intenção é fazer a instalação em outros pontos estratégicos e assim conseguir mapear os locais onde o problema com o lixo é maior”, pontuou o superintendente da Fundação Fexponace Edésio Bilck.