Cidade
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Reportagem: Rafaela Correa/DAV

Após ter sofrido com o ciclone bomba no ano passado, o Lar da Menina precisou passar por algumas reformas para garantir a segurança da estrutura. Na parte do brechó, uma árvore havia caído e todo o telhado precisou ser trocado. Após aproximadamente 90 dias fechado, foi anunciada a reabertura do local para esta terça-feira (20), das 13h às 17h.

De acordo com o gerente geral da instituição, Patrick Munzfeld, a reabertura é muito importante porque contribui com a renda do Lar e para o bem estar das crianças e adolescentes que lá residem. “O brechó hoje é bem importante para a instituição, pois arrecada fundos e esse valor é destinado para a instituição, para o bem estar das crianças e adolescentes que moram aqui, na parte de manutenção, visto que é um prédio antigo e demanda bastante manutenção mensal”, comenta.

Todo o valor utilizado na revitalização é fruto de economias, que foram possíveis em razão das contribuições da comunidade. Além disso, a instituição ainda conta com o carinho de voluntários que ajudam a fazer os atendimentos no brechó. “A gente também tem um grupo de voluntários, é pequeno, mas são pessoas bem caprichosas e elas vêm aqui com força e garra para fazer o brechó dar certo”, conta.

Obras

Após a passagem do ciclone bomba, em 30 de junho de 2020, a estrutura que abriga o brechó foi danificada com a queda de uma árvore. Depois de algum tempo, a instituição decidiu fazer a reforma e com as economias deram início à obra, em abril desse ano. Desde então, o brechó ficou fechado, cerca de 90 dias.

Na época, quando iniciaram a reforma, a então presidente do Lar da Menina, Sandra Maria de Jesus Dalmolin comentou que todos os prestadores de serviço foram escolhidos por um preço acessível.

Entre as melhorias realizadas estão o rebaixamento e troca do telhado, pintura da parte interna, forração e toda a parte elétrica. Além disso, foi feita a terraplanagem ao lado da unidade para o estacionamento dos visitantes. “Esse estacionamento foi bem necessário para dividir essa sala e o Lar da Menina. Embora seja uma coisa só, é necessário separar o público das crianças e dos adolescentes”, completa.