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Nesta segunda-feira (22), a Secretaria de Saúde de Rio do Sul foi informada pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) do caso de uma mulher, de 54 anos, que testou positivo para a Covid-19 por uma variante brasileira chamada P.1, do vírus SARS-CoV-2.

A mulher, residente na cidade de Humaitá, no Amazonas, estava de passagem por Rio do Sul no mês de janeiro. Foi atendida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h), com saturação de oxigênio muito baixa para os padrões médicos. A paciente foi isolada e transferida imediatamente para o Hospital Doutor Waldomiro Colautti, em Ibirama, onde ficou internada. A paciente já teve alta hospitalar.

O caso foi confirmado como sendo de Covid-19 pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (LACEN/SC), no dia 19 de janeiro, que encaminhou a amostra para o laboratório de referência para Santa Catarina, Fiocruz do Rio de Janeiro, realizar o sequenciamento genético que identificou a variante P.1, divulgada nesta segunda-feira (22).O acompanhamento foi feito diretamente com o hospital onde a paciente foi internada, que após ter alta, foi dada como recuperada.

Este é o quinto caso importado confirmado de Coronavírus pela variante P.1 circulante nos estados da região norte do Brasil identificado em Santa Catarina, como informa a DIVE/SC.

A Secretaria de Saúde de Rio do Sul reforça que todas as medidas de distanciamento, higiene das mãos, uso de máscara e redução de aglomerações continuam sendo fundamentais para que a transmissibilidade do coronavírus seja reduzida. A conscientização de toda a comunidade é importante para que os números de pessoas doentes seja reduzido.

Família contesta informação de que não manteve contato com paciente

Segundo a Dive/SC, a época da internação, a equipe de monitoramento da Secretaria de Saúde tentou contato com a família da mulher mas não foi possível por erro no telefone informado.Porém familiares da paciente, que não teve o nome revelado, afirmaram ao Diário do Alto Vale que essa informação é inverídica já que o número fornecido estava correto e a filha manteve contato com a paciente durante toda a internação, inclusive através de videochamadas.