Alto Vale
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A cessão de um terreno pela Prefeitura de Mirim Doce para a Fakini Malhas, deve gerar novas oportunidades de trabalho na cidade. A empresa, que já tem filial no município há seis anos e é a segunda maior empregadora da cidade, deve construir uma nova fábrica e com isso dobrar a capacidade produtiva e ampliar o quadro de funcionários.

 

O terreno, que fica atrás do posto de saúde e tem cinco mil metros quadrados, será cedido inicialmente por 10 anos, e se a empresa decidir continuar no local, a área será doada oficialmente para a Fakini, que trabalha no segmento de confecção desde a linha bebê até o juvenil e hoje conta com 80 colaboradores. A terraplanagem já foi finalizada e a expectativa é de que a nova estrutura física seja concluída até a metade do ano.

 

O gerente da unidade, Dionei Floriano, comenta que a intenção é crescer 25% nos próximos 12 meses e depois mais 25%, ampliando o quadro de funcionários para quase 120 vagas.

“O lugar onde estamos hoje não comporta mais o crescimento. Não podemos contratar mais porque não tem espaço então surgiu essa ideia. A prefeitura vai entrar com o terreno e nós vamos entrar com o prédio”, ressalta.

 

Ele esclarece ainda que a atual estrutura não oferece as condições de trabalho ideais.

“Além do crescimento no número de funcionários esperamos que com o prédio novo possamos entregar mais conforto aos nossos colaboradores porque hoje o espaço é pequeno e desconfortável climaticamente, tem a questão do refeitório e queremos melhorar”, completa

 

O prefeito Sergio Luiz Paisan comenta que a cessão é uma forma de impulsionar a economia da cidade e garantir que os moradores tenham oportunidade de trabalho e permaneçam no município.

“É um incentivo para que as empresas permaneçam aqui e nossa população não precise buscar uma vaga de trabalho fora. Essa será a primeira sede própria da empresa fora de Pomerode”, opinou.

 

O gerente acrescenta que além da arrecadação com impostos a empresa injeta 150 mil na economia da cidade com a folha de pagamento e absorve uma parcela importante da mão de obra que é a feminina.

“Preenchemos uma lacuna muito importante porque hoje na cidade existe uma carência de empregos para as mulheres e injetamos na economia mais de R$ 150 mil por mês com salários, um incremento significativo para o comércio da cidade então toda cadeira cresce”, disse.

 

Helena Marquartd