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Reportagem: Helena Marquardt/DAV

Já está decidido que o Hospital Samária será o local para coletas de sangue em Rio do Sul. Uma equipe do Hemosc esteve vistoriando a unidade nesta semana e pediu apenas pequenas adequações no espaço para que o serviço volte a ser oferecido no Alto Vale. A primeira coleta está marcada para o mês de agosto em data que ainda será divulgada.

De acordo com a vereadora, Sueli de Oliveira, que encabeça as tratativas com o Hemosc juntamente com a vereadora Danielle Zanella e a primeira dama Sheyla Nardelli, a visita foi bastante positiva. “A equipe técnica esteve lá e ficou definido que as coletas serão no Samária. Vimos todo o local e nos passaram o que precisaria ser adaptado, mas o local é excelente e o pessoal gostou bastante”, disse.

Ela comenta que a primeira coleta, depois de quase cinco anos sem o serviço, será no dia 17 de agosto ou no dia 31 de agosto. “Essa definição teremos já na próxima terça-feira, dia 27. Também ficou acertado que uma semana antes das coletas eles vão nos passar qual a tipagem de sangue que eles tem necessidade para que possamos divulgar e convidar esses doadores”, completa.

O espaço onde vão ocorrer as coletas terá que passar por pequenas adequações. “Num primeiro momento temos que disponibilizar um médico para ficar junto durante todo o período das coletas, duas pessoas que vão estar junto para ajudar a servir o lanchinho que também vamos providenciar, e mais duas pessoas para fazer a recepção dos doadores e auxiliar com informações. Já em relação as adequações no espaço serão poucas como a troca de tomadas e disponibilidade de internet nas salas, além de salas com mesas e cadeiras. São pequenas coisas que vamos organizar, no mais o espaço já atende completamente a necessidade do Hemosc”, finaliza a vereadora.

Coletas suspensas há quase cinco anos

Em Rio do Sul o serviço está suspenso há quase cinco anos. As últimas coletas foram realizadas em 2016 e desde então quem tem o desejo de doar precisa se deslocar para cidades como Lages e Blumenau, o que inviabiliza muitas doações. Outro problema é que na falta de sangue, o material precisa ser buscado às pressas de outros municípios que contém um Hemocentro.