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Reportagem: Helena Marquardt/DAV

A Prefeitura de Rio do Sul anunciou que vai investir mais de R$ 5 milhões no Centro Educacional Aníbal de Barba, no bairro Canta Galo. A unidade será reformada e ampliada o que vai permitir que a capacidade passe de 400 estudantes para mais de mil alunos. O início das obras ainda depende da liberação da quantia por parte do Governo do Estado.

A secretária de Educação de Rio do Sul, Janara Mafra, comenta que a ideia é construir um novo bloco educacional para o Ensino Fundamental e outro para a Educação Infantil. “É uma unidade que irá comportar 1.100 alunos, toda com captação de água da chuva, energia fotovoltaica, com salas climatizadas, com câmeras de segurança e interfone em todas as salas”, revela.

Ela diz que além da demanda do bairro, o atendimento que hoje é para os anos iniciais poderá ser ampliado. “A gente já tinha R$1,5 milhão destinado pelo deputado Milton Hobus, valor que já está em conta, mas vimos a necessidade de ampliar o projeto por conta da necessidade de atender a educação infantil que é uma demanda grande que temos”, completa.

A obra contempla ainda estacionamento para servidores e famílias que vão a unidade deixar os estudantes, além do aproveitamento de uma quadra que já existe no local. “Temos todo planejamento de infraestrutura. Hoje os professores deixam os carros no pátio da igreja, mas teremos o nosso estacionamento. Será uma unidade dentro dos padrões das que viemos construindo como a Creche Central”.

Janara explica que o projeto prevê agora de R$ 5 milhões em investimentos. “O projeto está pronto e agora precisamos aguardar o recurso por parte do Estado. O prefeito esteve nessa semana em Florianópolis e o próprio governador já assinalou positivamente, então estamos aguardando esse dinheiro para iniciarmos o processo de licitação”, disse.

Quando a obra for iniciada, o que ainda não tem uma data, as crianças precisarão ser transferidas temporariamente para um outro local. “Será como no Roberto Machado que está em obras de ampliação e os estudantes foram transferidos. Não dá para manter as crianças no espaço com uma obra tão grande”, conclui.