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Reportagem: Rafaela Correa/DAV

A Junior Chamber International (JCI) de Rio do Sul, completa em 2022, 60 anos de história. E para comemorar a data várias ações estão sendo planejadas. Entre os destaques está o livro que deve ser lançado no mês de novembro e que foi aprovado pela Lei Rouanet. Agora, a entidade está em busca de pessoas e empresas que queiram fazer doações através do imposto de renda.

A coordenadora do projeto de 60 anos da JCI, Karoline Poffo, explica que os 60 anos serão comemorados ao longo do ano com um baile, jantar, sessões solenes e lançamento de livro. “Durante todo o ano teremos várias ações voltadas à comemoração dos 60 anos, nossa festa e o livro que deve ser lançado em novembro. Teremos um jantar festivo, que será no dia 28 de maio no Caça e Tiro Dias Velho, nós vamos contar com momentos de homenagens aos fundadores e aos passados presidentes da organização, porque eles fizeram tanto pela entidade, se empenharam, promoveram lideranças no Alto Vale e dentro de todas as ações a gente teve muitos fatos culturais e nós queremos relembrar esses fatos nessa festividade e ao final poderemos celebrar e rever os amigos no baile”, afirma.

Além do jantar com baile, a JCI também fez um pedido ao deputado estadual Jerry Comper para uma sessão solene através da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), a solenidade está prevista para o dia 27 de maio. Alguns dias antes, no dia 19 do mesmo mês, também haverá uma sessão solene pela Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi).

“Nós fizemos a solicitação ao deputado Jerry Comper e aí vai ocorrer a sessão solene no dia 27 de maio, pela Alesc e teremos sessão solene pela Amavi, no dia 19 de maio. Na Câmara de Vereadores ainda estamos buscando, mas com certeza teremos esse momento lá”, comenta.

Karoline ainda conta que no ano passado a JCI fez a inscrição de um projeto na Lei Rouanet e que este ano foi aprovado, apesar de todas as dificuldades. “O livro foi um desafio para nós porque existe uma barreira, em razão de tudo o que ocorre ao redor dessas doações, mas o nosso desafio, além de escrever o projeto, agora é a captação e a gente acredita que o nosso povo de Rio do Sul vai auxiliar nessa captação para eternizar a JCI através dele”, afirma.

A coordenadora ainda fala sobre a dificuldade até a aprovação e a luta por recursos. “Foi difícil porque existem regras, vários critérios, a documentação é muito rígida para conseguir aprovar. Começamos o projeto da escrita dele no ano passado e a aprovação saiu esse ano no Diário Oficial, para ver que os trâmites de segurança na lei Rouanet aumentaram bastante, mas estamos confiantes de que tudo vai dar certo”, avalia.

Questionada sobre as doações, ela comenta que qualquer pessoa física ou jurídica pode fazer as doações, mas que é preciso verificar algumas regras. “As pessoas físicas poderão doar se fizerem a declaração completa do imposto de renda e as empresas se forem lucros reais, é 100% abatido do imposto de renda, mas tem limites. A pessoa física 6% e as empresas 4%, mas na dúvida, se quer ajudar, colabora e depois explicamos os detalhes. Se você quiser doar, a JCI tem uma conta específica que o Governo Federal abre para essas captação de recurso. É uma conta no Banco do Brasil e precisa ser depósito identificado. A agência para depósito é a 0276-3 e a conta corrente é a 70.839-9. Você vai fazer o depósito identificado, precisa constar o seu CPF ou CNPJ e aí manda o comprovante para nós da JCI Rio do Sul que nós fazemos o recibo”, acrescenta.

Ela explica ainda que o projeto é marcante porque retrata um pouco da dedicação de cada uma das pessoas que se dedicaram à entidade. “Esse projeto tem algo marcante, porque nós precisávamos trazer a democratização do acesso e da acessibilidade do livro. O livro vai contar não apenas os nossos feitos, a liderança, a capacitação que é pelo qual a JCI é tão conhecida, mas mostrar o quanto que nós, entidade, promovemos a cultura no Alto Vale. Então temos várias festas alusivas, Noite Italiana, Caju Chopp, monumento da paz e tudo isso será retratado no livro. Os passados presidentes serão chamados para o livro e a entrevista deles vai ficar gravada, isso vai fazer com que dentro do livro a gente consiga captar dos livros físicos também para os vídeos com as entrevistas”, finaliza.