Alto Vale, polícia
Foto: Alan Garcia/DAV

Helena Marquardt/DAV

O comandante do 13° Batalhão de Polícia Militar de Rio do Sul, tenente-coronel Anderson Mello Maia, que assumiu a corporação há pouco mais de um mês, fez uma avaliação positiva dos primeiros dias de trabalho e em entrevista ao Jornal Diário do Alto Vale falou sobre desafios como a falta de efetivo e fortalecimento de programas como o Rede Catarina.

Maia ressaltou que este ainda é um período de adaptação, mas que já tem percebido resultados positivos “Estou muito contente aqui na região. Assumi no dia 16 de dezembro e desde então venho conversando, trabalhando com a equipe para me inteirar da realidade da região, do batalhão. No Alto Vale são várias cidades com suas especificidades e isso requer um conhecimento para que possamos planejar e realizar um bom trabalho em cada uma delas”, disse.

Ele comenta que busca se aproximar das prefeituras e de outras entidades ligadas a segurança pública.

Sobre a falta de efetivo que é um problema histórico, ele comentou que a cobrança junto ao Comando Geral será um dos seus focos. “É uma das nossas metas trazer para a região um maior número de policiais para que possamos desempenhar um trabalho melhor. Essa redução no efetivo vai acontecendo naturalmente, eles vão para a reserva remunerada e vão saindo, em alguns casos de transferindo e temos que fazer um planejamento para reposição”, disse.

Para ele o fato do comandante geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Dionei Tonet, ser do Alto Vale, vai facilitar o atendimento dessa demanda histórica, e mesmo sem falar em números já há um posicionamento positivo nesse sentido. “Temos uma situação muito favorável porque ele conhece de perto a realidade da região, já trabalhou aqui e já se manifestou na intenção de fazer essa reposição do nosso efetivo”, completa.

O comandante afirma que um levantamento que ele realiza nos 29 municípios de atuação do 13º Batalhão aponta que comparado com outros centros, a região tem uma tranquilidade maior. “As vezes o cidadão fica até despreocupado por essa tranquilidade, mas isso também já é reflexo da atuação dos policiais militares que são proativos e muito atuantes, mas claro que temos que sempre melhorar”, comenta.

Outra meta é o fortalecimento de programas institucionais como o Rede Catarina que atende mulheres vítimas de violência física e psicológica. “Essa é uma das metas que temos aqui no comando. Queremos revitalizar esse programa, tentar levar mais informação para essas vítimas e isso vai acontecer”, conclui.