Alto Vale
Foto: Divulgação

Rafaela Correa/DAV

Miguel Longen é um menino de dois anos de idade que nasceu com o pé direito torto em razão de uma má formação. Por conta do problema, a Hemimelia Tibial, ele enfrenta dor ao caminhar e precisará passar por várias cirurgias. Segundo a mãe, Andrea Figueiredo, o procedimento será feito em um hospital de Curitiba, já que o médico que acompanhava a evolução do caso disse que não poderia fazer mais nada pelo filho. Para não precisar amputar a perna do menino, eles pedem ajuda da comunidade. O valor total das cirurgias e outras despesas deve ser de aproximadamente R$80 mil.

Andrea conta que os pés curvados foram percebidos apenas na hora do parto e que no início, o tratamento foi feito para pé torto congênito, mas que após algumas consultas descobriram a Hemimelia Tibial. “É uma má formação no osso da tíbia, que é curvada e por isso o pezinho e o tornozelo são bem tortos. A gente acompanhou desde os seis meses até no final do ano de 2020 e o médico de lá disse que não podia fazer mais nada por ele e até ali era só consulta, raio-x para ver como estava se desenvolvendo”, comenta.

A mãe do Miguel afirma que o tempo foi passando e com isso o médico que cuidava do caso já não poderia ajudar e chegou a buscar em todo o estado, profissionais que poderiam atender o garoto pelo SUS, mas não encontrou, então indicou um profissional em Curitiba que só atende de forma particular. “No final do ano o médico disse que o caso dele era mais complicado e que não conseguiu nenhum médico pelo SUS, dentro do estado que poderia assumir o caso dele e que não conseguia material para fazer a cirurgia e foi até cogitado encaminhar para outro médico, mas talvez eles poderiam optar por uma amputação para diminuir a quantidade de cirurgias e o sofrimento dele, mas para mim foi um choque falar em amputação. Ele passou o contato de um colega dele lá de Curitiba, pagamos uma consulta e ele se dispôs a tratar sem precisar amputar”, esclarece.

A solução para o problema do filho foi encontrada e Miguel, com apenas dois anos e 10 meses deve passar por três cirurgias. Enquanto isso Andrea precisará ficar em Curitiba com ele e pede ajuda da comunidade para arrecadar o dinheiro necessário. “Lá é um hospital totalmente particular e o tratamento dele, segundo o médico vai custar uns R$80 mil, esse valor não é exato, porque estamos esperando vir o valor total de cirurgia, material, hospital para ver. Estamos fazendo rifa, vakinha online, estamos tentando arrecadar dinheiro para fazer a cirurgia dele e o tratamento. Lá no hospital serão três cirurgias no início e eu vou ter que ficar lá com ele de três a cinco meses porque o médico pediu para estar sempre perto para caso acontecer alguma coisa e vamos ter mais essa despesa também”, diz.

Saiba como ajudar:

Além da rifa, para receber as doações, Andrea Figueiredo criou uma vakinha e disponibilizou o PIX e uma conta bancária. Através desse link, (https://vaka.me/1878416) as pessoas podem fazer doações de qualquer valor, bem como pelo PIX (Andréa Figueiredo – 08121293936). Para interessados em doar através de depósitos ou transferências, os dados são da conta poupança na Caixa Econômica: (Agência:1102; Operação:013 e Conta: 44201-0).