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Foto: Divulgação

Nesta semana os integrantes do Observatório Social do Brasil de Rio do Sul se reuniram com alguns dos 10 vereadores eleitos para o mandato de 2021ª 2024. Compareceram no encontro, que foi realizado de forma 100% virtual, Adilson Bonfanti, Moacir Vieira, Sueli de Oliveira e o Pastor Thyago Melo.O objetivo principal foi apresentar a entidade e a forma de trabalho com a Câmara de Vereadores.

Inicialmente, o presidente do Observatório, Riciéri Fernando Ramlov, apresentou a estrutura do Observatório Social de Rio do Sul, membros da atual diretoria, formas de contato, a importância do trabalho desenvolvido para o município e o trâmite realizado sempre que se encontre alguma irregularidade, destacando a importância da Câmara de Vereadores no decorrer desse processo.

Em seguida, a coordenadora do Observatório, Laís Emanuéli, apresentou e explicou de forma objetiva as funções da vereança que consistem principalmente em legislar e fiscalizar. “É preciso colocar em discussão na Câmara Municipal, assuntos de interesse local como saúde, educação e segurança, por exemplo, para elevar o nível de discussões e aumentar, consequentemente, o interesse da população em participar”, pontuou.

Jean Pedroso também fez uso da palavra e apresentou o Programa de Monitoramento do Legislativo (MonitLegis), que será desenvolvido pelo Observatório. A atividade de monitoramento consistirá em avaliar todos os projetos em discussão na Câmara, acompanhamento de todas as sessões realizadas, análise de atas, controle de presenças e faltas, assim como os custos para o município e população.

Ao final de toda essa avaliação, os dados serão divulgados mensalmente para a população de Rio do Sul, como forma de facilitar o acesso a essas informações pelos munícipes, para que a comunidade possa acompanhar de perto o que o seu vereador está fazendo diante do cargo.

Destacou-se ainda que o que se espera da atual vereança é que haja um aumento expressivo de fiscalização e que esse processo também seja divulgado para a população, incluindo Pedidos de Informação e suas respectivas respostas, além das medidas que serão tomadas em casos de possíveis irregularidades encontradas.

Éder Nardelli expõe que “é preciso fiscalizar os atos não só do Executivo, mas de todos os entes que compõe a administração municipal. Fiscalizar efetivamente, indo in loco nas obras, por exemplo, de forma que se possa auferir com exatidão a atual situação e andamento das mesmas. Não ser um fiscalizador de palco”, completou.