Alto Vale
Foto: Divulgação/ilustrativa

Cláudia Pletsch/DAV

Com o objetivo de construir casas e loteamentos para as famílias mais vulneráveis a prefeitura de Pouso Redondo encaminhou ao Governo do Estado um ofício pedindo a doação de dois terrenos que pertencem a Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina (Cohab) e um pertencente a Secretaria e Segurança Pública. O documento já havia sido entregue no ano passado, mas por conta do período eleitoral o processo não pode ser definido. Nessa semana o prefeito, Oscar Gutz, esteve com o governador Carlos Moisés da Silva para reforçar o pedido.

Um dos terrenos, na Rua do Hipódromo, pertencia à cidade e foi doado ao Estado para a construção da sede da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, mas como os órgãos não utilizaram o espaço, agora o Executivo pede a devolução para utilização do município. Outros dois terrenos na Barra do Aterrado e no Distrito de Corruchel também foram solicitados para a construção de casas e loteamentos.

“Esses terrenos são para fazer casas pessoas mais vulneráveis e também loteamentos. Para os loteamentos podemos fazer todas as ruas, pavimentação, esgoto e tudo que precisa para muitas pessoas ganharem o terreno e poder fazer a casa da forma como quiserem através da caixa por exemplo. Para as mais vulneráveis a gente faria a casa com recursos próprios ou através da Caixa também e eles ganhariam a escritura com casa, terreno e tudo”, explica o prefeito Oscar Gutz.

De acordo com o prefeito ainda não existe uma decisão por parte do Governo, mas acredita que em breve a resposta deve ser positiva. “A conversa foi muito boa, ficou bem concordado mas ainda ficou a parte legal e a definição sobre isso da forma legal. O secretário da Casa Civil ficou de nos repassar um e-mail com a resposta e temos que esperar pois não sabemos qual o tramite legal que deve ser feito ainda antes, se tem que passar por alguma votação ou algo assim”, comenta.

Oscar Gutz ressaltou ainda que em 2019 foram entregues 22 casas através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2) além da regularização fundiária para 88 famílias. Através desse programa também foi fornecida de forma gratuita a escritura dos lotes para cada família, garantindo, além da posse e propriedade legal do imóvel, a possibilidade de realizarem financiamentos de habitação e melhorias. “A gente já fez na outra gestão um projeto que era o PAC2 que a gente fez vinte e poucas casas de material bem boas, fizeram a regularização fundiária nesse loteamento, nesse bairro pois eles tinham o terreno mas era tudo com contrato de mais ou menos 40 anos. Fizemos também em outro bairro que conseguimos a escritura a energia e água, e também tem outro loteamento que é perto do trevo de Taió que foi regularizado tudo, dado todas as escrituras, foi botado água. Agora se tiver a doação a gente vai se mexer e fazer um projeto municipal para fazer casas para essas pessoas”, finaliza.