Alto Vale

Nesta quinta-feira (25) a unidade móvel do programa “Mulher, Viver Sem Violência”, esteve em Pouso Redondo. Pela manhã, a ônibus atendeu na unidade de Estratégia de Saúde da Família (ESF) Antônio Lorenzetti, no distrito de Aterrado, e à tarde na Unidade Básica de Saúde (USB) Willi Tomio, na localidade de Pombinhas.

O ônibus é equipado com salas de atendimento individual e adaptado para atender o combate à violência contra a mulher que vive na área rural. O objetivo é levar informação e mostrar de que forma elas estão inseridas na comunidade e os seus direitos.

De acordo com a responsável pelo Fundo Municipal de Saúde de Pouso Redondo, Daniele Fernandes, o município possui muitos casos velados de violência contra a mulher, que não são denunciados. “Toda mulher deve procurar ajuda e denunciar. A Secretaria de Assistência Social conta com profissionais para atender, acolher e dar todo o suporte necessário para o enfrentamento da violência”, explica Daniele.

“Toda violência contra a mulher deve ser denunciada. Não somente a física, mas também a violência psicológica, sexual e moral. Disque 180 ou procure a Delegacia de Polícia ou a Assistência Social de seu município”, alerta a psicóloga da Prefeitura Municipal de Pouso Redondo, Cristina Zvang.

Durante o atendimento da unidade móvel, a assistente social Jaqueline Kraemer realizou uma apresentação retratando a mulher violentada: “A palestra foi realizada com intuito de conscientizar e causar impacto referente a temática abordada”, conta.

A atividade é organizada pela Coordenadoria da Mulher, vinculada à Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, através da Agência de Desenvolvimento Regional de Taió em parceria com o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) e Secretaria de Assistência Social e de Saúde de Pouso Redondo. O programa “Mulher, Viver sem Violência” foi lançado pela presidenta Dilma Rousseff em março de 2013, com o de objetivo de integrar e ampliar os serviços públicos existentes voltados às mulheres em situação de violência, mediante a articulação dos atendimentos especializados no âmbito da saúde, da justiça, da segurança pública, da rede socioassistencial e da promoção da autonomia financeira.


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