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Foto: Helena Marquardt

O secretário de Administração e Fazenda da prefeitura de Rio do Sul, Alexandre Pereira, comandará o executivo municipal pelas próximas duas semanas a partir desta quarta-feira (14). O titular, José Thomé, estará em férias e o vice, Paulo Cunha, informou que não poderá assumir no período pois tem compromissos profissionais.

A transmissão do cargo foi no gabinete em rápida cerimônia na tarde desta quarta-feira. Alexandre Pereira assume como prefeito em exercício até o dia 27 de outubro.

Pela Lei Orgânica Municipal, no impedimento do prefeito e vice assumirem a função, a mesa diretora da Câmara de Vereadores é convocada. No entanto, tanto o presidente, vice, o primeiro e o segundo secretários estão impedidos pois são candidatos à reeleição. Ainda caberia ao procurador jurídico da prefeitura ser nomeado, mas o advogado Jairo Wehmuth Junior também está impedido de assumir no período. Em sequência, o cargo é passado ao secretário de Administração e Fazenda.

Procurado pela reportagem no início do mês o vice-prefeito Paulo Cunha explicou que não poderia assumir por conta da grande demanda de pacientes em seu consultório. “Estou com muitos pacientes agendados até novembro no meu consultório e não vou desmarcar essas consultas para assumir a prefeitura por 15 dias, porque seria injusto com essas pessoas. Tenho pacientes que vem de São Paulo para consultar comigo”, afirmou em entrevista ao DAV.

No dia 02 desse mês o médico protocolou um ofício comunicando que não pretendia assumir o Executivo. Até a convenção Paulo Cunha era um dos nomes mais cotados para compor a chapa ao lado de José Thomé, mas acabou perdendo espaço com a vinda do MDB para a coligação, que lançou o nome de Karla Fernando Bastos Miguel como candidata a vice-prefeita. Cunha diz no entanto, que o ofício nada tem a ver com a mudança.  “De forma nenhuma, só não posso assumir agora por motivos particulares meus. Acho que é justa a reivindicação do Thomé porque assim não dá uma conotação que ele está usando a máquina pública para angariar votos, mas que assuma o presidente da Câmara”, finalizou.