Alto Vale
Foto: Divulgação

Reportagem: Helena Marquardt/DAV

A presidência da Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi) para 2022 deve ficar com um dos prefeitos do PP na região. A eleição que vai confirmar quem comanda a entidade a partir do ano que vem acontece na última assembleia do ano que será realizada nesta sexta-feira (10), em Laurentino.

O atual presidente, prefeito de Atalanta, Juarez Rodermel, diz que o acordo feito há algum tempo é que o comando da Amavi muda de partido todos os anos e em 2022 seria a vez do PP que conta com três gestores no Alto Vale: são eles Bento Silvy de Vitor Meireles. José Constante de Agrolândia e Gervásio Maciel de Ituporanga. “Todo ano tem um partido e pelo acordo, em 2022 é a vez do PP e a escolha da chapa, do novo presidente ficará entre eles. Acredito que seja respeitado já que o objetivo é fazer com que a Amavi continue em harmonia com os 28 prefeitos tendo o mesmo objetivo de fortalecer a associação e também os municípios do Alto Vale”, disse.

Sassá como é conhecido, relata que estar a frente da entidade é um grande desafio, já que o prefeito precisa conciliar a administração do seu município e da associação, mas que com união os gestores têm conseguido desempenhar um bom trabalho. “Desde que assumi, em Outubro, procurei fazer o que a presidente Geovana tinha alinhado e seguimos a programação procurando sempre trazer o melhor para a comunidade”, disse.

Ano de avanços em projetos importantes

Ao fazer uma balanço do ano, Sassá comenta que apesar da pandemia que trouxe muitos desafios, a Associação conseguiu avançar em vários projetos antigos, como é o caso do Centro de Processamento de Resíduos Sólidos que será construído em Trombudo Central. “Foi muito produtivo. Agora temos um pré-projeto, já fizemos o pedido ao Dnit para fazer as marginais e alguns deputados e senadores já sinalizaram verbas para que possamos fazer essa obra”, comenta.

O atual presidente cita ainda a união de dois consórcios da Amavi que se transformaram em apenas um e que vai possibilitar muito mais economia aos municípios. “Com esse consórcio único poderemos comprar máquinas, carros e pneus, por exemplo, com os 28 municípios ao invés de cada cidade ter que fazer a sua licitação o que vai garantir muito mais economia”, finaliza.