Política
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Reportagem: Helena Marquardt/DAV

A professora da Rede Municipal de Ensino, Magali Cristina Schon, é a nova presidente do MDB Mulher de Rio do Sul e já tem movimentado filiadas e simpatizantes do partido. Em entrevista ao DAV ela falou dos desafios de mobilizar as mulheres para participarem ativamente da política e tomada de decisões.

Ela, que é filiada ao partido desde abril deste ano, conta que o MDB Mulher já existia, mas não estava ativo há mais de 10 anos. Agora o grande desafio é fortalecer o grupo para fazer a diferença.

Maga, como é conhecida, já foi filiada ao PSL e chegou a ser candidata a vereadora nas eleições municipais. Recentemente foi convidada a se filiar ao MDB e após a proposta de reativação do MDB Mulher diz que colocou seu nome à disposição e acabou sendo eleita. “Sempre fui envolvida, gostava de estar na política, mas a gente sabe que esse ainda é um caminho bem longo para as mulheres, afinal muitos homens ainda não apoiam esse nosso envolvimento, mas estou feliz de assumir um novo desafio”, comenta.

Agora ela já planeja ações e eventos para fomentar a participação das mulheres na política. “Precisamos mobilizar, organizar e unir as mulheres interessadas, pois lugar de mulher é onde ela quiser. A mulher precisa e deve, cada vez mais, participar da vida política como protagonista das suas reivindicações, mas isso nem sempre é fácil”.

O primeiro encontro do MDB mulher foi realizado no sábado (25) e para o mês de outubro a sigla deve promover um curso chamado ‘Mulheres em Movimento’ para conscientizar o público feminino sobre o potencial para atuar em todas as áreas, inclusive na política. A palestra será ministrada pela coordenadora da Fundação Ulisses Guimarães (FUG), Flávia Vicente.

“Temos muitos homens que ainda acreditam que lugar de mulher é em casa e o MDB nos abriu as portas, o presidente Nilson Crespi deixou claro que não queria ter um grupo de mulheres só para estar aí, queria um grupo ativo e participativo. Queremos plantar uma semente, mostrar que somos capazes de cuidar de uma casa, do emprego, de participar da política e fazer tudo aquilo que desejarmos”, ressalta.