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Reportagem: Rafaela Correa/DAV

Foi entregue na última semana a reforma de três quartos da ala pediátrica do Hospital Regional de Rio do Sul. As melhorias foram proporcionadas por membros da JCI e o presidente da Fusavi, Claudio Ropelato, destacou a importância desse tipo de ajuda para a unidade.

De acordo com Ropelato, o Hospital, assim como qualquer construção, precisa de reformas e nem sempre é possível fazer tudo com os recursos próprios, uma vez que a maior parte dos atendimentos são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e trabalha, na maior parte do tempo, de forma deficitária.

“O Hospital Regional tem muitas demandas, um hospital com mais de 25 anos as reformas são necessárias pelo desgaste do tempo e a JCI nos procurou para contribuir de alguma maneira. Foi sugerida a reforma dos quartos da ala pediátrica. Eles fizeram um bom investimento e ficou muito moderno, muito bom”, afirma.

O coordenador do projeto, que recebeu o título de senador da JCI, Gilson Teixeira, explica que vários projetos são encaminhados através da entidade e que alguns empresários da região se juntaram para repassar um valor para o Hospital Regional. Ele comenta que toda a equipe conversou com as autoridades do Hospital para analisar as necessidades e que dessa forma chegaram à ala pediátrica, que recebe crianças de toda a região.

“A JCI tinha como proposta auxiliar a sociedade, principalmente na área da Saúde e fui convidado a fazer parte da comissão, além de outras seis pessoas. Sabendo da grande demanda do hospital, resolvemos captar recursos para ajudar de alguma forma. Nós visitamos o Hospital e vimos a necessidade da ala pediátrica. Na visita técnica nos foi apresentado uma necessidade do quarto do isolamento e nos comoveu muito. Arrecadamos um valor expressivo e vimos como fazer a aplicação. Com o recurso de pouco mais de R$32 mil foi possível reformar não só um, mas três quartos, incluindo o isolamento. Ficamos muito felizes com o resultado final do projeto”, ressalta.

Em entrevista ao Jornal Diário do Alto Vale, Gilson afirma que poder contribuir com o Hospital é ajudar toda a comunidade, uma vez que a unidade atende pessoas de toda a região e destaca o empenho de empresários e membros da JCI. “Quero agradecer as empresas Metalúrgica RIO, Sicredi, Águas Negras, Credivale, por terem abraçado essa causa juntamente com os 25 senadores doadores, mais cinco companheiros Junior que auxiliaram e amigos. Obrigada por acreditar no projeto. A gente já viu esse resultado e em relação ao quarto de isolamento eu quero dizer que no dia que apresentamos o quarto, uma companheira relatou que já fez uso dele muitas vezes e a gente viu o brilho no olhar dela pela JCI poder contribuir. Ficamos felizes com isso”, completa.

Entre as mudanças feitas na ala estão a troca do piso, pintura, banheiros e mobília. “Foi feita uma reforma importante nos banheiros, troca de piso, pintura nova, móveis novos. Ficou muito moderno, aconchegante, humanizado. As crianças serão muito beneficiadas, mas os médicos, enfermeiros que trabalham lá também são beneficiados porque torna o ambiente mais agradável”, enfatiza.

“Em nome da diretoria do Hospital Regional, agradeço a JCI, que contribuiu muito e isso demonstra que a sociedade está envolvida com o Hospital, porque ele não tem dono. Ele existe para servir e salvar vidas. Deixo nosso reconhecimento ao trabalho do Osmar Peters e Giovani Nascimento que iniciaram o projeto com a JCI e o mérito é deles”, acrescenta.

Hospital está entre os melhores de SC

Recentemente o Hospital Regional Alto Vale recebeu uma boa classificação em relatório divulgado pela Secretaria de Saúde de Santa Catarina. A avaliação colocou a unidade entre as quatro melhores do estado. Nesta semana outra avaliação foi feita pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a instituição foi elogiada pelos serviços prestados.

“É uma classificação feita com todos os hospitais e ficamos entre os quatro melhores de SC. Ficamos satisfeitos e isso é mérito de todos os funcionários, que ajudaram a alcançar esse patamar. Ontem tivemos outra notícia boa na avaliação da ONA, e estamos no nível 2, fomos elogiados pela equipe de avaliação e quem ganha é a comunidade”, finaliza Ropelato.