Alto Vale
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Reportagem: Rafaela Correa/DAV

O Alto Vale tem revelado muitos talentos na área esportiva. No início desta semana foi a vez do morador de Salete, Rafael Vanderlinde, de 19 anos. Apaixonado pelo futsal, ele mudou recentemente para o município de Pato Branco, no Paraná, porque foi convidado a jogar no Pato Futsal.

A trajetória do jovem no esporte começou há muitos anos. Ele conta que iniciou com apenas 6 anos de idade nas escolinhas do município de Salete e que algum tempo depois já obteve sucesso em testes que fez para clubes de Santa Catarina.

“Iniciei com seis anos nas escolinhas de Salete, aos 10 anos passei em um teste na Adhering Blumenau. Lá eu joguei até os meus 15 anos e fiz a minha base. Depois joguei dois anos o estadual em Rio do sul, mas continuava jogando por Salete os campeonatos regionais”, comenta.

Após esse período, Rafael também teve a oportunidade de conhecer pessoas importantes para a carreira no futsal. Foi através de um treinador de Rio do Sul que ele conseguiu indicação para um time no Oeste catarinense.

“Depois, com indicação do treinador Geremias, de Rio do Sul, fui para Concórdia. Lá eu joguei por dois anos também pela categoria sub-20 e adulta”, conta.

Ele conta que assinar com um clube como o Pato Futsal é uma grande realização e que vai dar seu melhor para defender o time. “Já estou morando em Pato Branco. Assinei com eles na segunda-feira (7) e este ano vou defender o Pato Futsal”.

Questionado sobre os planos para o futuro, Vanderlinde afirma que vai continuar jogando, mas que pretende repassar os conhecimentos adquiridos.

“Pretendo continuar jogando, mas também quero começar uma faculdade como Educação Física para depois poder passar todo o meu conhecimento e tudo o que vivi para os novos atletas”, revela.

Ele destaca ainda que o futsal é uma das suas paixões e que parte de tudo o que já viveu foi proporcionado pelo esporte. “O futsal até hoje foi tudo para mim, sempre amei o que fiz e foi assim que eu aprendi muitas coisas, através do futsal”.

Rafael também lembra de todo o apoio recebido pela família e conta que mesmo com as dificuldades, sempre teve incentivo em casa.

“Tenho muito apoio dos meus pais. Desde novo, mesmo eles não tendo muita condição, nunca deixaram de ajudar com o que precisava como tênis e viagens. Além disso, a minha irmã, por exemplo, sempre me ajudou na escola. Esse apoio, o fato de estarem ao meu lado, sempre foi um grande incentivo para que eu pudesse continuar buscando a realização dos meus sonhos”, finaliza.