Cidade
Alina Souza/Palácio Piratini

Em pouco mais de um mês, a divisão de endemias da Secretaria de Saúde de Rio do Sul já identificou 11 focos do mosquito transmissor da dengue ou outras doenças. As larvas do Aedes Aegypti foram encontradas nos bairros Fundo Canoas, Canoas, Budag, Progresso, Santana e Canta Galo. Apesar deste levantamento, não há registro de pessoas com dengue nos últimos anos em Rio do Sul.

No ano passado foram descobertos 32 focos do mosquito, número considerado alto pelo setor de endemias. Os locais mais comuns onde as larvas são encontradas são em armadilhas, instaladas pela própria prefeitura, em todas as regiões da cidade, além de depósitos com água parada em residências.

O monitoramento das 435 armadilhas é constante, feito por uma equipe de sete agentes de endemias. Além destes locais, outros pontos como borracharias, ferros-velhos, depósito ou outros pontos também são acompanhados constantemente. Caso um foco seja identificado, é feito um rastreio em uma área de 300 metros, com visitação em casas ou estabelecimentos na região. Na ausência de um responsável, é deixada uma mensagem na caixa de correio.

A Secretaria de Saúde alerta que todo tipo de depósito a céu aberto pode ser um local para proliferação de mosquitos, caso tenha acúmulo de água. A população precisa ficar atenta e evitar que materiais expostos, como sacos plásticos, garrafas, recipientes ou até mesmo lixo sejam, possivelmente, locais para focos da dengue ou de outras doenças.

 

Dicas para evitar o foco de mosquito transmissor de doenças

 

Tampe os tonéis e caixa d’água; Mantenha as calhas sempre limpas; Deixe as garrafas sempre viradas com a boca para baixo; Faça limpeza no jardim e não deixe materiais acumulados; Mantenha lixeiras bem tampadas; Deixe ralos limpos e com aplicação de tela; Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia; Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais; Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa.